sábado, 22 de janeiro de 2011

DIGNIDADE

“VILA DIGNIDADE”
Inscrições para o projeto Vila Dignidade começam nesta segunda-feira
Em Itapetininga a população idosa vem crescendo a cada ano. Essa parcela, já representa 10,28% dos moradores de Itapetininga, cerca de 14.920 pessoas. E para atender esse público, a Prefeitura de Itapetininga, tem buscado investir em projetos sociais, que garantam uma melhor qualidade de vida a essas pessoas.
Nesta segunda-feira (dia 24), terá início em Itapetininga às inscrições para o programa habitacional “Vila Dignidade”, que prevê a construção de 16 moradias no município, direcionadas as pessoas da melhor idade. 
Para participar o interessado deve ter 60 anos ou mais, renda mensal de até dois salários mínimos, independentes para a realização de atividades de vida diária; sem vínculos familiares sólidos e residir em Itapetininga há pelo menos dois anos.
Conforme o Fundo Social de Solidariedade, as inscrições acontecem até o próximo dia 4 de fevereiro, das 9 às 15 horas no Auditório Municipal “Alcides Rossi”, anexo ao Paço “Joaquim Aleixo Machado”, localizado à Praça dos Três Poderes, 1000, Jardim Marabá. Com o objetivo de garantir moradia digna e assistência social à população idosa de baixa renda do município, a “Vila Dignidade”, será construída já no primeiro semestre de 2011 no Loteamento Morada do Sol.
As casas serão idealizadas com vários itens de segurança e acessibilidade como barras de apoio, pias e louças sanitárias em altura adequada, portas e corredores mais largos, interruptores em quantidade e altura ideais, rampas e pisos antiderrapantes.  Além disso, o programa também oferecerá sala conjugada à cozinha, dormitório, banheiro, área de serviço, projeto paisagístico, salão para festas, reuniões e cursos, num investimento de R$ 1.415.535,45.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

SERRA... POR QUÊ NÃO TE CALAS?

DÔR DE COTUVELO
“Acho que o pessoal anda meio sem assunto”
Presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais, o tucano José Serra, andam se estranhando por meio de mensagens no Twitter. Disposto a manter a linha de ataque ao governo, Serra repercutiu, na noite passada, uma matéria publicada no diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, sobre as investigações da Controladoria Geral da União (CGU), comandada por Jorge Hage desde a era Lula, que apontam para uma série de possíveis desvios de recursos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
A CGU exige a devolução de R$ 488,5 milhões aos cofres da Funasa. Os valores teriam sido desviados entre 2007 e 2010. O montante, no entanto, tende a crescer após os novos cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU), após atualizar os valores dos processos em curso.
“Como eu disse mil vezes o PT destruiu a Funasa e a ANVISA, com fisiologismo, corrupção e incompetência”, disparou Serra, no micro blog.
E seguiu: “Depois do vexame do ENEM, agora deu pau no SISU. Por que não criam um vestibular para entrar no Min. da Educação?”. Mas não parou por aí:
“Economia brasileira hoje: inflação em alta, déficit sideral do balanço de pagamentos, nó fiscal, carências agudas de infra-estrutura. Tudo isso foi produzido no governo Lula-Dilma e deixado para o governo Dilma. Ou não?”, questionou, depois de saber da presença de Dutra no micro blog.
A resposta de Dutra, no entanto, foi curta: “Deve ser por isso que a oposição ganhou a eleição”.
Diante da repercussão que teve a breve refrega entre os adversários, Dutra comentou, no início da tarde desta quinta-feira, no mesmo micro blog, a pasmaceira política em que o país se encontra: “Acho que o pessoal anda meio sem assunto”. Fonte: Correio do Brasil: Da redação - de São Paulo

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

POLÍTICA DO TERROR

A MÁFIA NA POLÍTICA

A iniciativa dos congressistas, de aumentar seus próprios salários, pode ser colocada na conta da rotina. Para entender do que se trata, não basta citar os porcentuais dos reajustes. É preciso também observar que, com o aumento, os parlamentares e ministros de Estado passam a ganhar mais ou menos o mesmo que um editor-chefe ou diretor de Redação na imprensa nacional. Esse salário, em torno de R$ 26 mil mensais, é também o que ganha, em média, um diretor de empresa. Portanto, o valor não chega a ser um absurdo.
O que a imprensa deveria vasculhar é o "por fora" – ou seja, a quantidade enorme de benefícios e ajudas de custo que multiplicam os ganhos dos parlamentares. Essa é uma das causas pelas quais a atividade política no Brasil é uma forma de ascensão social, motivação declarada da candidatura do palhaço Tiririca. Ao apresentar dessa forma a rotina do Congresso, a imprensa acaba justificando a frase segundo a qual, seja lá quem for eleito, "pior do que está não fica".
Mas há controvérsias nesse lugar comum. Pode ficar muito pior, sim. Veja-se, por exemplo, o caso do assassinato do prefeito de Jandira, na região metropolitana de São Paulo. Segundo as primeiras apurações da polícia, Walderi Braz Paschoalin, do PSDB, morto por pistoleiros armados com fuzil e submetralhadora, estava envolvido em corrupção. Até aí, nada muito fora da rotina. O leitor já não se surpreende com notícias de violência na disputa pelo dinheiro público. Mas na quinta-feira (16/12), os jornais paulistas reproduzem uma informação que já havia sido publicada no sábado (11) pelo Correio Brasiliense: os quatro suspeitos de haverem cometido o crime seriam integrantes da organização criminosa conhecida como Primeiro Comando da Capital. Segundo o Estado de S.Paulo, pelo menos um deles seria parente de um vereador do município de Jandira.
O líder dos pistoleiros seria segundo reportagem da Rede Record, braço direito do "empresário" Ney Santos, apontado como responsável por lavagem de dinheiro do PCC e ex-candidato a deputado federal pelo PSC. Neste ponto, o noticiário exige uma atenção especial. Tratar como rotina o jogo de interesses e a corrupção na política é quase uma leviandade, mas passar por cima de evidências de que o crime organizado interfere na administração de uma cidade e tenta eleger deputados é falta de interesse jornalístico. O jornalismo investigativo agoniza.
Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

GOLPE CONTRA A DILMA


JÁ É O COMEÇO DO GOLPE

Gilmar Mendes e Cezar Peluso poderão tentar anular
a decisão de Lula contra a extradição de Cesare Battisti.
Se você faz parte dos 87% que apoiavam o governo Lula, fique alerta – no mais escondido covil de serpentes e escorpiões trama-se um golpe institucional contra o governo de Dilma, mesmo se esse governo começou com 62% de aprovação popular. Desta vez, ao contrário do golpe de 1964 não se trama nos quartéis com o apoio declarado dos Estados Unidos. A trama é bem mais sutil – não se acena com a paranóia do perigo vermelho, mas com base em pretensos arrazoados jurídicos se quer desmoralizar e desautorizar o ex-presidente Lula e se colocar no ridículo a presidenta Dilma, que será destituída do poder de decisão.
O golpe não parece financiado só por dólares americanos, como no passado, mas igualmente por euros vindos da Itália. Aparentemente trata-se da extradição ou não extradição de um antigo militante italiano, Cesare Battisti, condenado num processo italiano fajuto à prisão perpétua, mas a verdade submersa do iceberg é bem outra. Quem leu as revelações do Wikileaks quanto as opiniões dos EUA sobre Lula, considerado suspeito, e Celso Amorim, considerado antiamericano, e que acompanhou a campanha contra a eleição de Dilma, sabe muito bem haver interesses de grupos internacionais em provocar uma crise institucional no Brasil. Será também a maneira de grupos econômicos estrangeiros impedirem a atual emergência do país como potência mundial. A Itália neofascista de Berlusconi com seu desejo de recuperar um antigo militante esquerdista é apenas uma providencial pretexto para os grupos políticos e econômicos internacionais incomodados com o Brasil líder do G-20 e vitorioso contra os EUA na OMC.
O que se quer agora, com o caso Battisti, é subverter as instituições brasileiras, mergulhar-se o país numa confusão entre o poder do Executivo e o poder do Judiciário, anular-se uma decisão do ex-presidente Lula para se abrir o caminho a que  governança do Brasil seja sujeita à aprovação do STF. Para isso conta-se, como em 1964, com os vendilhões da nossa soberania e com os golpistas da grande imprensa. Simples e prático, para se evitar que a presidente Dilma governe, vai se tentar lhe por um cabresto e toda decisão sua que desagrade grupos internacionais deverá ser anulada pelo STF. Por exemplo, a questão da exploração petrolífera do pré-sal poderá ser uma das próximas ações confiadas ao STF.
Se Dilma quiser renacionalizar as comunicações, já que a telefonia é questão estratégica, o STF poderá dizer Não e também optar pela privatização da Petrobras. Delírio ? Não, os neoliberais inimigos de Lula e da política nacionalista, derrotados nas eleições, poderão sub-repticiamente retirar, pouco a pouco, os poderes da presidenta e do Legislativo, para que fique apenas com o STF o governo ou o desgoverno do Brasil. O próprio advogado de Cesare Battisti, acostumado com leis e recursos, nunca viu uma decisão presidencial ser posta em dúvida por um ministro do STF, e por isso falou em « golpe » tal como havíamos alertado. Por sua vez, o atual governador do Rio Grande do Sul, que aceitou o pedido de refúgio de Battisti quando ministro da Justiça, não agüentou a decisão do ministro Cezar Peluso do STF de colocar em, questão a validade da decisão do presidente Lula e declarou como « ilegal » e « ditatorial » o ato do ministro Peluso, do qual decorre um « prejuízo institucional grave » para o país e um « abalo à soberania nacional ».
Faz dois anos, Tarso Genro concedeu refúgio a Battisti, que deveria estar em liberdade desde essa época. Mas o ato liberatório foi sustado pelo ministro Gilmar Mendes, que submeteu a questão ao STF, o que já consistia um ato arbitrário. Embora os ministros tenham decidido por 5 a 4 pela extradição, competia ao presidente a decisão final, o que foi reconhecido, depois de uma tentativa de reabertura do julgamento. O presidente Lula justificando seu ato, dentro do permitido pelo Tratado mútuo de Extradição entre Brasil e Itália, com base num documento da Advocacia Geral da União, negou a extradição e a própria Itália entendeu o ato como definitivo. Ora, a decisão do ministro Cezar Peluso de pôr em dúvida a decisão do presidente Lula e reabrir a questão vai além de sua competência e fere uma decisão soberana.
É tentativa ou já é golpe, no entender do advogado Luiz Roberto Barroso, é ilegal e ditatorial segundo o ex-ministro da Justiça Tarso Genro, opiniões que vão no mesmo sentido de Dalmo Dallari e de outros juristas. O que iremos viver, quando o ministro Gilmar Mendes se dignar a colocar na agenda do STF o « julgamento da decisão do presidente Lula », se a maioria, por um voto que seja, decidir anular a decisão de Lula? Será que a presidenta Dilma aceitará essa intromissão do STF no poder do Executivo? Em todo caso, será o caos. É hora de reagir, antes que seja tarde demais. Por Rui Martins - de Genebra 
Obs. Rui Martins, jornalista, escritor e advogado, correspondente do Correio do Brasil em Genebra.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

IMPACTO

domingo, 16 de janeiro de 2011

VÍDEO: HOMENAGENS I

“NOSSO POVO... NOSSA GENTE”
A partir desta data, estaremos produzindo e postando uma coletânea de vídeos fundamentada em nossos arquivos de fotos e imagem, intitulada: “NOSSO POVO... NOSSA GENTE - HOMENAGENS”. O primeiro vídeo da série presta uma homenagem ao saudoso jornalista SEVERINO R. PONTES, fundador do jornal “A Hora” de São Miguel Arcanjo. Já o segundo vídeo da série terá como homenageado o estimado João Gato, ex-vereador e também locutor em nossas emissoras de rádio. Não percam os próximos lançamentos. Obs. LIGUE O SOM
Para adquirir cópias do vídeo, entre em contato através do Email: tempoquente@gmail.com